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C O M U N I C A D O

Diante da morte repentina de Dom Moacyr José Vitti, Arcebispo, Côn. Élio José Dall´Agnol, Chanceler da Arquidiocese de Curitiba, comunica, a quem interessar possa, que de acordo com o cânone 421, §1 do Código de Direito  Canônico, foi realizada a reunião extraordinária do Colégio de Consultores da Arquidiocese e foi eleito, como Administrador Arquidiocesano de Curitiba S. Ex.cia Rev.ma Dom Rafael Biernaski, enquanto Sé vacante, até que S. Santidade o Papa Francisco nomeie o novo Arcebispo de Curitiba.

Curitiba, 01 de julho de 2014.

Côn. Élio José Dall´Agnol

Chanceler

 

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Uma fé que não dá fruto nas obras, não é fé. (Papa Francisco)

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A PALAVRA DE DEUS

Desde o princípio, Deus fala com sua Igreja através da Bíblia e da Sagrada Tradição. Para garantir que sejam compreendidas por nós, Deus guia a autoridade de ensino da Igreja – o Magistério – para que esta possa interpretar perfeitamente a Bíblia e a Sagrada Tradição. Eis a dádiva da infalibilidade!

Esses três elementos – a Bíblia, a Sagrada Tradição e o Magistério – são todos necessários para que haja a estabilidade da Igreja e para garantir a segurança da doutrina.

A Sagrada Tradição CIC 7-83

A Sagrada Tradição não deve ser confundida com a simples tradição humana, geralmente chamada de costume ou disciplina. Algumas vezes Jesus condenou os costumes ou disciplinas, mas somente quando estes contradiziam os Mandamentos de Deus (cf. Mc 7,8). Jesus nunca condenou a Sagrada Tradição e nem todas as tradições humanas. A Sagrada Tradição e a Bíblia não são diferentes, nem são revelações concorrentes. Na verdade, são dois modos de como a Igreja segue o Evangelho.

Os ensinamentos apostólicos como a Santíssima Trindade, o batismo das crianças, a infalibilidade da Bíblia, o purgatório e a virgindade perpétua de Maria têm sido, de forma muito clara, demonstrada pela Sagrada Tradição, ainda que estejam implicitamente presentes (e não em contradição) na Bíblia. A própria Bíblia nos remete à Tradição, tanto na forma oral quanto escrita (cf. 2Ts 2,15; 1Cor 11,2).Como dissemos, a Sagrada Tradição não deve ser confundida com os costumes e as disciplinas, como o rosário, o celibato sacerdotal e a proibição de comer carne nas sextas-feiras da Quaresma; tais costumes são bons e úteis, mas não doutrinas.

A Sagrada Tradição preserva as doutrinas pregadas por Jesus primeiro aos seus Apóstolos e, mais tarde, repassadas aos sucessores dos Apóstolos, isto é, aos bispos.

As Sagradas Escrituras  CIC 101-141

As Sagradas Escrituras, que englobam o Antigo e o Novo Testamento, foram inspiradas por Deus (2Tm 3,16). Foi o Espírito Santo que guiou os autores bíblicos a escreverem aquilo que Ele desejava revelar. Já que Deus é o principal autor da Bíblia e Deus é Verdade (cf. Jo 14,6), não pode Ele ensinar algo errado e, assim, a Bíblia está isenta de qualquer erro, em tudo que ela defende como Verdade.Alguns cristão dizem: ” A bíblia é tudo do que preciso”, contudo, tal afirmativa não se encontra na própria Bíblia.

Na verdade, a Bíblia ensina justamente o contrário, como lemos em 2Pd 1,20-21 e 2Pd 3,15-16). Além disso, a teoria de que “somente a Bíblia basta” nunca foi professada pela Igreja Primitiva. Trata-se, assim, de um conceito novo, surgido durante a Reforma Protestante do séc. XVI. Tal teoria é “tradição dos homens” que anula a Palavra de Deus, distorcendo a verdadeira regra bíblica e excluindo a autoridade da Igreja estabelecida por Jesus (cf. Mc 7,1-8).

Ainda que seja popular em muitas igrejas cristãs, a teoria de que “somente a Bíblia basta” simplesmente não funciona na prática. A experiência histórica desaprova essa idéia, pois, a cada ano vemos surgir mais e mais religiões, cada qual com uma interpretação bíblica diferente. Existem hoje dezenas de milhares de denominações, cada qual afirmando que sua interpretação particular da Bíblia é a correta. As divisões que geram causam confusões indescritíveis entre milhões de cristãos sinceros, mas desorientados.

Para se ter uma ideia basta abrir as páginas amarelas da lista telefônica para verificarmos quantas denominações diferentes estão catalogadas, cada uma dizendo que “somente a Bíblia basta”, mas nenhuma concordando exatamente com a interpretação bíblica de todas as demais.Porém, podemos ter a certeza de uma coisa: o Espírito Santo não pode ser o autor de toda essa confusão (cf. 1Cor 14,33). Deus não pode conduzir as pessoas através de crenças contraditórias já que a Verdade é uma só. Que conclusão podemos então tirar? De que a teoria que diz que “somente a Bíblia basta” [para o cristão] é falsa.

O Magistério CIC 8-87 e 888-892

Juntos, o papa e os bispos compõem a autoridade de ensino da Igreja, que é chamada de “Magistério” (do latim Magisterium que significa Mestre). O Magistério, guiado e protegido contra o erro pelo Espírito Santo, nos dá a certeza da doutrina. para que a Igreja defenda e proclama a mensagem da Bíblia fiel e precisamente.

Trata-se de uma tarefa da Igreja, autorizada por Deus. Devemos ter em mente que a Igreja nasceu antes da redação do Novo Testamento; e não o inverso! Os membros da Igreja, inspirados por Deus, escreveram os livros que formam o Novo Testamento da mesma maneira como os escritores do Antigo Testamento também eram divinamente inspirados; e é a Igreja que é guiada pelo Espírito Santo para guardar e interpretar toda a Bíblia, tanto o Novo quanto o Antigo Testamento.

Assim, torna-se absolutamente necessário um intérprete oficial quando precisamos compreender a Bíblia apropriadamente (ora, todos nós sabemos o que diz a Constituição Federal, porém, cabe ao Supremo Tribunal Federal interpretá-la realmente).O Magistério é infalível quando ensina oficialmente já que Jesus prometeu enviar o Espírito Santo para guiar os Apóstolos e seus sucessores no conhecimento de toda a Verdade (cf. Jo 16,12-13).

Extrato retirado do livreto “Pillar of Fire, Pillar of Truth”, 2ª edição, da Catholic Answers.

 

TU ÉS PEDRO, E SOBRE ESTA PEDRA EDIFICAREI MINHA IGREJA

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São João Evangelista, Apóstolo do Amor, rogai por nossa Comunidade

Ó, Maria Santíssima, concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a vós!

Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus Vivo, tende piedade de nós, que somos pecadores!

  

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 CAMPANHA DA FRATERNIDADE  PARA 2014

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“Fraternidade e Tráfico Humano” – este será o tema da Campanha da Fraternidade 2014. A escolha do tema aconteceu na manhã desta quarta-feira, dia 20 de junho, durante reunião do Conselho Episcopal Pastoral  da CNBB, em Brasília.

O tema foi apresentado pelo Grupo de Trabalho (GT) de Enfrentamento ao Tráfico de pessoas e o Trabalho e Escravo da CNBB, grupo que envolve entidades da Mobilidade Humana, dentre elas, a Rede Um Grito Pela Vida de combate ao Tráfico de Pessoas, da Conferência dos Religiosos do Brasil – CRB Nacional.

Desde 2012, o grupo pediu a CNBB uma Campanha da Fraternidade voltada para esta temática. Desde então, foram feitas reuniões, formações e campanha de coleta de assinaturas com esta solicitação.

O tema, Tráfico Humano, não poderia  deixar de ser abordado em tempo mais oportuno: em 2014, ano do mega evento Copa Mundo no Brasil, oportunidade onde o tráfico de pessoas e a exploração sexual de crianças, adolescentes e mulheres é mais favorecido.

CF 2014Tráfico de Pessoas é uma grave violação dos direitos humanos e atinge aproximadamente 2,5 milhões de pessoas no mundo e produz um lucro de 31,6 bilhões de dólares por ano com a exploração sexual, tráfico de órgãos e trabalho escravo.  Cerca de 80% dos casos são mulheres e meninas, com menos de 18 anos. O Brasil é maior exportador da América Latina. Dados oficiais apontam a existência cerca de 75 mil brasileiras  traficadas, sendo exploradas  sexualmente, em regime de escravidão, nos países da Europa. Somente o Brasil possui mais de 240 rotas de tráfico humano.

          

                  FOTOS 10 ANOS DE ORDENAÇÃO DO PADRE JOSÉ ANTONIO XIAO                    

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No Altar à Hora Nona. O Silêncio e a Solidão do Gólgota: Assistindo à Missa Tradicional.

Por Antonio Margheriti Mastino

Há duas facetas em particular que nos permitem uma compreensão mais profunda da Missa, especialmente, de acordo com a Forma Extraordinária, que pessoalmente prefiro:  o silêncio e a solidão.  O altar, antes, durante e depois do Sacrifício é coberto em silêncio. E pela solidão: a do celebrante, o “Alter Christus.”

Mas como isso pode acontecer, alguém dirá, uma vez que a Páscoa e, portanto, a celebração são triunfos? Isso é verdade. Mas a celebração da Missa também é a representação da Paixão e Morte de Cristo, que se desenrola no silêncio, na solidão, na traição, na negação e na fuga dos discípulos. Na Última Ceia, Cristo é traído e vendido por Judas. No Jardim das Oliveiras, na noite antes de sua morte, Cristo é deixado sozinho para suar sangue, enquanto seus discípulos dormem em vez de orar com ele, a única coisa que ele lhes havia pedido. Naquela mesma noite, Pedro o nega três vezes. Ninguém tenta salvá-lo, ninguém se oferece para suportar o peso de sua cruz, mesmo por pouco tempo (o Cireneu foi forçado a fazê-lo).  Ninguém parece conhecê-lo ou reconhecê-lo.

Cristo, em um momento de verdadeira dor humana, clama em voz alta ao seu Deus, ao Abba, o abismo de miséria e solidão em que mergulha em silêncio. “Solidão”. A mesma solidão que o sacerdote, o Alter Christus, experimenta nesse momento no altar do Sumo Sacrifício, o Gólgota renovado, onde, de um modo real e mais uma vez a Paixão de Cristo irrompe. O sacerdote está sozinho no altar.  E a esta solidão soma-se a sombra protetora da solidão: silêncio. Na colina desolada do Gólgota, primeiro no Jardim e em seguida assim como no túmulo, Cristo está sozinho e em silêncio: o silêncio de sua obediência, do cálice de amarga aflição, o suor misturado com sangue.  E este é o silêncio da impotência, uma impotência que por um momento parece até mesmo a de Deus.  “Meu Pai, Abba, por que me abandonaste?” O “silêncio” de Deus, neste momento quando a onda do abismo está quebrando sobre Cristo, parece quase como o naufrágio da Divindade no nada.

Porém, ela também é a impotência e a desolação que vem do primeiro e eterno “Sim” em obediência da Maria aos pés da Cruz, ao aceitar este Filho que não era para ela manter: “Stabat Mater dolorosa…” Esse é o silêncio temeroso que foi experimentado pela maravilhosa Santa Teresa de Lisieux em seu leito de morte, quando ela gritou, naquele momento derradeiro de agonia e escuridão, que ela não tinha sensação da presença de Deus.

Silêncio. Tal como os discípulos estavam em silêncio, tal como Maria estava em silêncio, todos os quem amavam Cristo como homem e Messias. Havia silêncio aos pés da Cruz. Havia silêncio quando os outros se esconderam. Havia silêncio por causa da obediência. Havia silêncio por causa da covardia. Eles estavam silenciosos, paralisados pela dor. Eles estavam silenciosos em confusão. Ou porque, ao final, as coisas “tinham que resultar” nesta maneira… Todos permaneceram em silêncio. Eles apenas permaneceram lá: na Paixão e Morte do Filho de Deus. Pelo mesmo motivo, na Missa do Sacrifício, os fiéis não deveriam “participar”, mas “assistir”, guardando o silêncio, aquele silêncio que encobre o sacerdote enquanto ele oferece o Sacrifício de Cristo e de si mesmo.  E eles devem estar em estado aceitação ativa, devem oferecer o seu apoio naquilo que não é penetrável, o milagre, como prometeu o Messias, de que não nos deixaria órfãos.

Mas e a Ressurreição? Ela é o triunfo, isso é verdade. Porém, ela é o triunfo vivido de maneira oculta, por um Deus sem arrogância. Ela acontece novamente, mas em silêncio e solidão.  Dentro do túmulo de pedra, de noite, ninguém estava lá, exceto os soldados que guardavam a entrada. Da mesma maneira, em uma voz mais baixa, no silêncio que permanece escondido nas profundezas das palavras do sacerdote, o “Alter Christus” no altar do Sacrifício, a Ressurreição novamente estará presente.  Em silêncio e solidão.

E assim vemos o “porquê” e o “como” o que significa “estar na Missa”, como alguém “assiste” o Santo Sacrifício da Missa, a Missa antiga. Isso está longe da gritaria e dos aplausos, longe do comportamento frenético e da síndrome de querer ser o centro das atenções, longe os microfones crepitantes e com deformação de som, longe da inundação de fraseologia fria e longe da Missa reformada no estilo dos anos 70, uma década cheia de retórica cansativa ornada de slogans populistas que no final não têm utilidade alguma para alguém de qualquer tempo, uma das piores décadas já vividas na face da terra.

Traduzido do italiano pelo Padre Richard G. Cipolla

Fonte original:  “La Cuccia del Mastino”, 14 de janeiro de 2014

 

NÃO EXISTE MÃE SOLTEIRA, EXISTE MÃE…

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 Pensai numa mãe solteira que vai à igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero batizar o meu menino. E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada. Atentemos que esta mãe que teve a coragem de continuar com a gravidez o que é que encontra? Uma porta fechada. Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor! Não abre as portas! E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos fazendo o bem às pessoas, ao Povo de Deus. Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituimos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral. (…) Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé!” ( Papa Francisco )

 

1 opinião sobre “Principal”

  1. PARABÉNS!
    Lida missa,linda festa,você merece
    Esteja sempre em sintonia com DEUS,
    Um grannnnnde abraço.
    uau uau uau.

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