09 – Objetivos do Querígma Hoje

Querigma hojeJá se definiu claramente sobre o objetivo da proclamação da boa-nova anunciada pelos apóstolos: a salvação realizada por Jesus, alcançada mediante a fé e a conversão, confirmada pelo dom do espírito e vivida na comunidade. Tal objetivo não pode ser mudado sem trair a essência do evangelho. Dessa forma, o objetivo do anuncio da boa-nova é que o homem íntegro, e todos os homens, experimentem a ação salvífica de Jesus Cristo.

OBJETIVO:

SALVAÇÃO DE TODO O HOMEM E DE TODOS OS HOMENS

11.1. A SALVAÇÃO DO HOMEM TODO

Não somente da alma ou uma salvação depois desta vida. Inclui a relação humana neste mundo as áreas do acontecer humano: economia, política, comércio cultura ecologia ia, o mundo do trabalho, etc; tudo estará penetrado pela salvação salvífica de Cristo Jesus.

11.2. A SALVAÇÃO  DE TODOS OS HOMENS

A salvação não é assunto individualista. Todos os homens são interdependentes e estão comprometidos na mesma caravana rumo à Terra Prometida . Isto implica que a salvação alcance as estruturas, os modelos pensamentos, os centros de interesses e todos os valores e princípios que determinam a vida humana. Assim, pois, a boa nova de Jesus é:

  • SALVÍFICA, porque vence o pecado e suas conseqüências restabelecendo a paz com Deus.
  • LIBERTADORA, porque alcança os sistemas e estruturas injustas, produto do pecado.

Agora enfocaremos as diferentes facetas do único objetivo. Trata-se de seis metasintermédias que, todas cumpridas, configuram o objetivo geral. Seria como um dado, sendo único tem várias facetas.

Querendo destacar tanto o que compete ao evangelizador (letra maiúscula), como o que compete ao evangelizador (letra em negrito). O exemp o evangélico mostra um testemunho vivo da mensagem.

EXPERIÊNCIA DO AMOR  SALVÍFICO DE DEUS

O Evangelizador é veículo do amor de Deus, e como tal deve levar o evangelizando a ter a mesma experiência desse amor transforrmador.

O evangelho de Lucas 7, 36-50 nos fala de uma mulher pecadora que era discriminada por todos e vivia à margem da sociedade sem ser amada e aceita pelos homens. Um dia, no entanto, sabendo que Jesus estava na casa de um fariseu de nome Simão, não se importou com críticas ou com a severa tradição dos fariseus, adentrou se naquela casa num gesto decidido e convicto de que aquele homem não a desprezaria, ao contrário, a acolheria. Assim ela rompe o tradicionalismo frio do momento e se joga aos pés de Jesus e começa a derramar lágrimas para lavar-lhe os pés. Somente quem confia no amor do outro pode fazer um gesto desse. Com toda a certeza aquela mulher sentiu-se atraída pelo amor daquele galileu e sabia que ele tinha muito amor para dar, amor esse que ela não conhecia, pois não era amada, e, como todo ser humano, queria experimentar esse sentimento, Sentir seu ser envolto pelo efeito milagroso do amor, e jesus, por sua vez, acolhe aquela mulher, com toda a sua carência, apesar das críticas dos presentes.

O modo mais palpável para transmitir esse amor foi pelo perdão. Não foi necessário nenhuma pregação por parte de Jesus sobre o amor. im lesmente mostrou como se deve amar.

Da mesma forma, o evangelizado deve se jogar nos braços de Jesus para experimentar esse amor, e não apenas ouvir falar desse amor. Deve-se fazer isso de uma, maneira pessoal e incondicional. O evangelizador deve ser esse canal que possibilita tão amorosa experiência.

CONSCIÊNCIA DE PECADO DIANTE DE DEUS

O BOM EVANGELIZADOR TEM UMA META INEVITÁVEL: QUE O HOMEM SE RECONHEÇA PECADOR ANTE DEUS (NÃO FRENTE AO EVANGELIZADOR ) E TANTO, NECESSITANDO DE SALVAÇÃO.

Muitos acreditam que o impede de aproximar-se de Deus e não se dão conta de ue reconhecer se pecador é a condição, a única para experimentar o perdão divino. Um fariseu e um publicano pecador fiam ao templo para orar. O fariseu, posto de pé à frente, começou a envaidecer-se de todas as suas boas obras, declarando-sé melhor que o publicano, que estava ajoelhado na parte posterior do templo, o qual se confessava pecador e solicitava a clemência divina. Jesus afirma que este, e não o fariseu, que não só se sentia bom, e sim, melhor que o outro, foi justificado por Deus. O ladrão crucificado ao lado esquerdo de Jesus queria “sua” salvação, mas em nenhum momento reconheceu seu pecado. Queria aproveitar-se de Jesus, sem aceitar que era pecador condenado justamente à cruz. Não se trata de sentir-se acusado dos ecados cometidos, e sim, de ter absoluta consciência da própria incapacidade para salvar-se. Por outro lado, neste tema, também deve-se descobrir as mentiras de Satanás, que, de mil formas, nos segue seduzindo-nos para separar-nos do plano de Deus.

O CERNE DE UMA EVANGELIZAO EFICAZ RADICAL EM QUE TODO EVANGELIZADO SE RECONHEÇA CONFESSE PECADOR DIANTE DE DEUS. TODOS SOMOS PECADORES, MAS QUEM ASSIM O ADMITA PODERÁ SER PERDOADO E SALVO.

ATO DE FÉ E CONVERSÃO

Ante apresentação    da mensagem do morto e ressuscitado,queo ferecem gratuitamenfe o dom da Salvação, a resposta lógica deve ser um ato de te e conversão.

– Ato de fé

O mais importante não é falar da fé com seus fundamentos bíblicos ou tecnológicos, e sim, dar ao evangelizado a oportunidade de fazer uma profissão de fé, ue se entregue totalmente a Jesus e o confesse seu Salvador essoal.

Se no processo evangelizador não existe um momento e um ambiente determinado para que o evangelizado expresse exteriormente .sua fé e proclame a Jesus como seu Salvador pessoal, está faltando, precisamente, o canal que faz efetiva a salvação.

Jesus nunca deu uma palestra sobre fé à Pedro, simplesmente lhe disse: “Segue-me”, e esperou que Simão deixasse as redes e o barco. Na manhã posterior em que Simão Pedro havia trabalhado à noite toda tentando pescar, sem nada conseguir, ordenou-lhe: “Jogue as redes”, e o pescador o fez confiado, não na sua própria experiência de pescador, e sim, “na Palavra do Senhor”. Em outra ocasião, surpreendidos que foram, em alto mar, por um vento traiçoeiro que ameaçava afundar a frágil embarcação, Jesus veio a eles caminhando sobre as águas. Quando se achava a certa distância, dirigiu-se a Simão com autoridade, pedindo-lhe um passo de fé: “VEM”. Pedro saltou da barca de sua segurança e começou a dirigir-se até Jesus, caminhando sobre as águas. O pescador que conhecia as profundidades secretas do mar, confiou mais no carpinteiro, que em suas próprias possibilidades. Esta é a fé que salva em cada circunstância da vida.

Inumeráveis casos do Evangelho, por que não dizer todos, manifestam-se como uma expressão de fé. Destacam a ação salvífica de Cristo Jesus: o cego de Jericó (cf. Lc 18, 39); a siro-fenícia (cf. Mc 7, 26 30); o centurião romano (cf. Lc 7, 2-10); o paralítico (cf. Mc 2,5); o pai do epiléptico (cf. Mc 9, 24); etc.

O EVANGELIZADO DEVE MANIFESTAR EXTERIORMENTE SUA FÉ EM JESUS, PROCLAMANDO-OCOMO UNICO SALVADOR.

– Ato de Conversão

O EVANGELIZADOR TEM DE PROCURAR A OPORTUNIDADE PARA QUE O EVANGELIZADO FAÇA UM ATO CONCRETO DE CONVERSÃO, NA QUAL NÃO É SÓ UM PROPÓSITO DE EMENDA OU UMA TROCA DE MORAL, MAS UMA CONVERSÃO DE VIDA: A DE JESUS PELA DO EVANGELIZADO. RESPONDA, SERIA CONSEGUIR QUE O PEIXE MORDESSE O ANZOL, MAS NÃO TIRASSE DA AGUA. O OBJETIVO DO EVANGELIZADOR ESTÁ EM FAZER COM QUE O EVANGELIZADO PROCLAME A JESUS COMO O SENHOR DE TODA A SUA VIDA.

O ladrão da direita da cruz de Jesus não mudou de conduta, pois, cravado como estava, não podia devolver nada do que havia roubado. Simplesmente entregou a Jesus sua existência, e recebeu a salvação nesse mesmo dia, a vida em abundância de Cristo Jesus. Ao confessar a Jesus como Rei e Senhor de toda a sua vida, começou a experimentar o refnado do Rei dos Reis. Há muitos batizados, confirmados e super-sacramentados que declaram que não fizeram nada de mau, que vivem como justos… porém não vivem como filhos de Deus.

O EVANGELIZADO DEVE ENTREGAR SUA VIDA A JESUS EM UM MOMENTO DETERMINADO, PROCLAMANDO-O SENHOR DE TODAS AS ÁREAS DE SUA VIDA.

ENCONTRO PESSOAL COM JESUS

Apresenta-se a pessoa maravilhosa de Jesus, com seu estilo de vida extraordinário, e sobretudo sua morte e ressurreição, não só como dados informativos de história, mas para que o evangelizado tenha um encontro pessoal com ele e lhe abra as portas do coração. O Evangelizador não reduz sua atividade em anunciar e testemunhar a Ressurreição de Jesus, mas também acompanha o evangelizado para que tenha seu encontro pessoal com Cristo Ressuscitado. A pedra evangelizador tar o evangelizando a Jesus vivo e dando-lhes o Espírito Éanto para ir para tod~ndo anunciando que havia ressuscitado e vencido a morte.

Apenas desapareceu Jesus, chegou Tomé. Imediatamente todos começaram a proclamar-lhe a Ressurreição. Como ele permanecia incrédulo, eÌes redobraram seus argumentos, porém tudo foi inútil e contraproducente, pois Tomé replicou: Não creio neste fato e não vou crer, ainda que veja o que vocês viram. Eu necessito um encontro pessoal com  Jesus ressuscitado onde eu possa tocar suas feridas deixadas pelos cravos e colocar minhas mãos em seu lado, na abertura feita pela lança.

A Tomé não bastava o que para os outros era suficiente. Ele exigia  uma prova pessoal. Oito dias após, Jesus respondeu ao seu desafio. Apareceu-lhe, e então, confrontou-se diretamente com o incrédulo Tomé, mostrou suas mãos e lhe apresentou sua ferida aberta pela lança, e neste momento, Tomé caiu de joelhos, fazendo a confissão de fé mais importante de todo o Evangelho: “Senhor meu e Deus meu” (Jo 20,28). O Evangelizado deve chegar a ter seu encontro pessoal com Cristo Ressuscitado e uma experiência de salvação. Não basta somente escutar a palavra (isto nunca convenceu Tomé); é completamente legítimo questionar Jesus, pedindo-lhe sinceramente um encontro pessoal com Ele. Os samaritanos não creram pelas palavras da mulher, e sim, quando eles receberam Jesus em seu povoado.

Aceitar Jesus em seu Coração

O Evangelizador anuncia Jesus: “Olha que estou à porta e chamo; se alguém ouve a minha voz e me abre a porta, cearei com ele e ele comigo” (Ap 3, 20). Esta Palavra é um convite que espera uma resposta. Chamado que deve ressoar tão claro como questionante, dando a oportunidade para que seja respondido, procurando o momento adequado para que o evangelizado abra seu coração e convide Jesus.

Os discípulos de Emaús conheciam perfeitamente a vida e milagres do Mestre. Até se deram ao luxo de começar uma aula de Cristologia com o próprio Jesus Ressuscitado que lhes acompanhava no caminho de regresso à sua vila natal. No entanto, apesar de seus conhecimentos, não lhes bastou ouvir que Jesus havia ressuscitado para deixar de estar tristes. Convidaram então ao misterioso peregrino, que ficasse esta noite em sua casa, foi quando suas vidas se transformaram. Fizeram um convite formal a Jesus: “Fica conosco porque já se faz tarde”. Nesse momento a história tomou sentido. Reconheceram Jesus e retornaram cheios de esperança que nasce da vitória de Cristo sobre a morte…

O caso de Zaqueu é parecido: ele não experimentou a salvação em cima da árvore, nem sequer quando viu passar Jesus, ou quando falou com Ele, e sim, quando abriu as portas de sua casa e de sua vida. Jesus entrou até mesmo nas riquezas mal havidas deste publicano. Foi quando lhe declarou: “Filho de Abraão”, membro do povo de Deus.

O Evangelizado abre expressamente as portas da vida e de todo o ser a Jesus Ressuscitado, de uma maneira radical para que entre e permaneça para sempre em seu coração.

PEDIR E RECEBER O ESPÍRITO SANTO

Não se trata de começar uma cátedra de Pneumologia ao evangelizado, e sim, suscitar a sede de água viva de tal maneira que o evangelizado queira prová-la. Jesus conseguiu que a mulher do cântaro cheio de água reconhecesse  que tinha sede e solicitasse essa água viva que jorra até a vida eterna, o Espírito Santo.

Cada um haverá de ter seu próprio Pentecostes, mediante uma oração onde se peça e receba uma efusão abundante do Espírito Santo e este se manifeste através de seus dons e frutos.

INTEGRAR-SE NA COMUNIDADE CRISTÃ

1.  A comunidade como lugar de experiência de Deus

Na América Latina, a experiência de Deus, é para muitos cristãos, uma profunda experiência de solidariedade com a causa dos excluídos. Essa experiência tem sido vivida em comunidade, como uam grande aventura de descoberta da comunhão que deve unir os filhos de Deus. A Trindade, no seu relacionamento perfeito, é vista como a imagem daquilo que somos chamados a ralaizar no encontro com os irmãos e irmãs. Sabemos que somos feitos à imagem e semelhança de Deus, e Deus é a Trindade. Muita gente está descobrindo que isso é um convite para vivermos entre nós esse amor da Trindade, já que somos criados à sua semelhança. Essas pessoas encontram Deus lá mesmo onde se unem os irmãos em comunidade. E, nesses casos, a solidaedade tem sido uma excelente porta de entrada. O amor de Deus se torna concreto na experiência de servir aos que sofrem, aos injustiçados. Então podem dizer como os cristãos da comunidade de João:

“Isso que vimos o ouvimos, nós agora o anunciamos a vocês, para que vocês estejam em  comunhão conosco. E a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo.” (1Jo 1,3).

Nem mesmo os apelos da nossa sociedade para desenvolver a individualidade de cada um conseguiram frear o crescimento da busca da experiência comunitária de Deus. A proliferação das pequenas comunidades cristãs, católicas ou não, nos dão provas da eficácia do companheirismo quando se busca vivenciar as verdades fundamentais da fé.

2. A comunidade na Bíblia

No povo de Israel do Antigo Testamento, a comunidade era a base da convivência social. A comunidade era a garantia da defesa da vida e dos direitos de cada um; era também o lugar da experiência de Deus.

Com o correer do tempo, novos sistemas de governo foram minando a solidariedade comunitária e criando mentalidade individualista. É isso que vemos no tempo de Jesus: gente excluída, patrões que exploram seus empregados, o povo desamparado. No seu ensinamento Jesus insiste muito no acolhimento a ser dado aos pequenos (confira em Mc 9,37; Mt 10,42; 18, 10; 25, 40). Não haveria necessidade de falar nisso se não houvesse muita gente pequena sem acolhimento, não é mesmo?

Jesus forma comunidade com os seus. Os que o seguem são convidados a abandonar família, terra, casa, por amor ao evangelho. Com isso Jesus quer restabelecer o projeto de solidariedade do Reino. As pessoas devem sair do círculo individualista de seus pequenos relacionamentos e abrir-se de novo para a grande família humana, para a COMUNIDADE. Por esse caminho seria possível realizar o objetivo da Lei que dizia: “Entre vocês não haverá  nenhum pobre”(Dt 15,4). Numa verdadeira comunidade, todos se importam com todos  e se socorrem mutuamente. Por isso os Atos dos Apóstolos registram: Os cristãos tinham tudo em comum e não havia necessitados entre eles (confira em At 2,4-45 e At 4,32-35).

Aos que conseguem ultrapassar o círculo estreito da atenção exclusiva aos parentes mais próximos Jesus promete: reencontrarão tudo dentro da grande família da comunidade, terão cem vezes mais irmãos, pai, mãe, terra!…

A comunidade, como qualquer família, pode ter conflitos. Sabendo lidar com eles, podem ser oportunidades de crescimento. A comunidade é o lugar da formação permanente, onde nos educamos na fé e precisamos desenvoilver atitudes de acolhida, escuta, partilha …

O evangelizador deve colaborar de todas as formas possíveis para que o recém-evangelizado tome parte ativa de uma comunidade que ajude a viver e perseverar na nova vida  e partilhe o amor, distintivo dos dïscípulos de jesus.

Maria Madalena foi libertada de sete demônios, mas logo Jesus a integrou em sua comunidade para restabelecê-la plenamente. Ela prestava seus serviços à comunidade; isto à ajudou a crescer na nova vida.

Os convertidos, batizados e cheios do Espírito Santo, o dia de Pentecostes, formaram hmediatamente a comunidade cristã. A enas 3 versículos depois da narração das primeiras conversões, nos certificam que integraram a comunidade. (cf. At 2, 42).

O neo-evangelizado busca formar parte ativa da comunidade eclesial. Comprometer-se numa pequena comunidade onde possa seguir caminhando e crescendo na vida do Espírito.

O amor dado e recebido é o alimento e a garantia da nova vida e o fruto  quegarante que o Espírito de Deus foi derramado em nossos corações.

Contribuir na Transformação da Sociedade

O evangelizador tem a oportunidade ímpar de experimentar a presença de Deus no meio do povo. Ora esta experiência traz consigo a própria evidência. Assim sendo, o evangelizador deve saber interpretar a realidade em que vive. Desta experiência de Deus nasce a consciência do anúncio e da denúncia. O evangelizador deve despertar a memória crítica do povo, porque a denúncia do mal é, ao mesmo tempo, anúncio do amor de Deus e apelo à conversão.

Esta é a vocação do evangelizador: anunciar a verdade e denunciar a injustiça.

OBJETIVO DO QUERÍGMA

  •       RENOVAR OS SACRAMENTOS DA INICIAÇAO CRISTÃ
  •       EXPERIÊNCIA DO AMOR DE DEUS,  CONSCIÊNCIA DO PECADO
  •       ENCONTRO PESSOAL E SALVÍFICO COM JESUS
  •       FÉ E CONVERSÃO
  •      PEDIR E RECEBER O ESPIRITO SANTO
  •      INTEGRAÇÃQ NA COMUNIDADE CRISTÃ

 

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